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Parque prometido há 16 anos no Vetor Norte ainda não saiu: Assembleia debate amanhã

Parque Estadual Serra Verde era contrapartida da construção da Cidade Administrativa, mas moradores não têm acesso ao espaço de lazer

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Parque prometido há 16 anos no Vetor Norte ainda não saiu: Assembleia debate amanhã

Imagem ilustrativa. Foto: WILLIAN REIS/Unsplash

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais vai debater nesta quinta-feira, 15, a falta do Parque Estadual Serra Verde no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O parque era uma exigência ambiental para a construção da Cidade Administrativa, mas nunca foi entregue, segundo informou a Assembleia.

A audiência pública acontece às 16 horas no auditório do andar SE da Assembleia. A reunião foi pedida pela deputada Andréia de Jesus (PT) e vai discutir também os impactos que a Cidade Administrativa causou na região.

Entenda em 1 minutoO parque que não saiu do papel

16 anosTempo desde que o parque foi prometido como contrapartida
Qui., 15/10Data da audiência pública na Assembleia
16hHorário da reunião no auditório SE
Vetor NorteRegião da Grande BH onde o parque deveria ser criado

Infográfico: Clarim BH, com informações de Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Por que o parque não existe

De acordo com a deputada, a criação do Parque Serra Verde estava prevista como contrapartida ambiental há mais de 16 anos. Ela questiona por que a área não foi implantada e cobra explicações sobre os impactos da obra na região.

Segundo Andréia de Jesus, a falta do parque prejudica os moradores da região. Crianças, jovens, idosos e famílias de menor renda não têm um espaço de lazer ao ar livre. O parque poderia melhorar a qualidade de vida, oferecer educação ambiental e fortalecer a comunidade, conforme a parlamentar.

O que a Cidade Administrativa mudou na região

A instalação da Cidade Administrativa mudou a dinâmica urbana do Vetor Norte, de acordo com a deputada. Houve reflexos na mobilidade, no trânsito, na ocupação do solo, na demanda por moradias, na infraestrutura e na oferta de serviços públicos. Mas a população lida com os impactos sem poder usar o parque que foi prometido.

Quem vai participar

Confirmaram presença na audiência o presidente do Instituto Madeira Viva, Sergio Sebastião Viana, e o topógrafo Jaime Naves Branco. A deputada disse que a reunião é necessária para esclarecer as responsabilidades e promover o diálogo entre sociedade e Estado.

Com informações da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

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