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EDUCAÇÃO

Secretário e PM faltam a debate sobre virar Colégio Militar em BH

Secretário de Estado de Educação e comandante da PM faltaram a debate sobre o fim das atividades da instituição na região Noroeste.

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Secretário e PM faltam a debate sobre virar Colégio Militar em BH

Imagem ilustrativa. Foto: Samuel Costa Melo/Unsplash

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) cancelou uma audiência pública na noite desta segunda-feira, 26 de outubro de 2026, após a ausência sem justificativa do secretário de Estado de Educação, Daniel Guimarães Medrado de Castro, e da comandante-geral da Polícia Militar de Minas, coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues. O encontro debateria na região Noroeste de Belo Horizonte a transformação da Escola Estadual Coronel Juca Pinto em uma unidade do Colégio Militar.

A reunião foi suspensa em acordo com os pais presentes. Segundo a presidenta da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, deputada Beatriz Cerqueira, a ausência dos convidados demonstra falta de transparência sobre a proposta do governo estadual para o prédio escolar.

Entenda em 1 minutoSituação da Escola Estadual Coronel Juca Pinto

NoroesteRegião de Belo Horizonte onde fica a escola
31 de dez.Data prevista para encerramento das atividades
53Número de servidores terceirizados sem renovação
59 anosTempo de funcionamento da instituição na região

Infográfico: Clarim BH, com informações de Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Impacto na comunidade

  • Matrículas: Secretaria determinou a suspensão e o fim das atividades em 31 de dezembro.
  • Profissionais: Instituição tem 53 servidores terceirizados sem contratos renovados e cinco professores efetivos que recusaram transferência.
  • Atendimento: Pais temem a perda de vagas em tempo integral e do ensino técnico oferecido há 59 anos.

Ação na Justiça

O Ministério Público ajuizou uma ação contra o Estado para tentar manter a escola funcionando. Representantes dos pais relataram insegurança com a mudança, destacando que o modelo militar prioriza parentes de policiais e não oferece refeições diárias e turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) como a instituição atual.

Com informações de Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

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