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Pais rejeitam mudança em escola de BH e temem fim de turmas

Pais protestam contra o fechamento de turmas e temem risco de especulação imobiliária no local.

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Pais rejeitam mudança em escola de BH e temem fim de turmas

Foto: Henrique Chendes

Pais e parentes de alunos da Escola Municipal Américo René Giannetti, no bairro Concórdia, na regional Nordeste de Belo Horizonte, estão revoltados com a transferência de estudantes para outra unidade. A Prefeitura de Belo Horizonte está reduzindo as turmas do local para transformá-lo em uma instituição exclusiva de ensino infantil para crianças de zero a cinco anos a partir de 2027. O assunto foi discutido em visita da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais nesta quinta-feira.

A diretora da escola, Ana Maria Zschaber, informou que as turmas do terceiro ano foram fechadas em 2024, as do segundo ano no ano passado, e a turma do primeiro ano será encerrada em 2026. Os estudantes estão sendo mandados para a Escola Municipal Hugo Pinheiro Soares, que fica ao lado e atende alunos até o nono ano, com mais de 14 anos. A mudança gerou medo de mistura entre crianças pequenas e adolescentes, além de suspeitas de interesse imobiliário na área após a promulgação da Lei 12.151 em outubro.

Entenda em 1 minutoMudança na escola

71 anosIdade da Escola Municipal Américo René Giannetti
0 a 5 anosPúblico atendido a partir de 2027
Lei 12.151Norma sobre Operação Urbana Simplificada

Infográfico: Clarim BH, com informações de Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Reunião e novos passos

  • Audiência pública: A comissão da Assembleia vai marcar uma nova reunião para debater o caso com órgãos de proteção de menores.
  • Escola Hugo Pinheiro: O diretor em exercício, Jairo César Caetano de Castro, disse que os turnos são separados por faixa etária.

O que dizem os moradores

  • Medo de mistura: Famílias reclamam que o ambiente da escola vizinha é voltado para alunos mais velhos.
  • Alerta de perseguição: Pais e professores relatam que quem questiona a medida sofre pressão e ameaças.

Com informações de Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

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