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REGIÃO METROPOLITANA

Quilombo em Santa Luzia celebra Nossa Senhora do Rosário até segunda: veja programação

Festa tem 117 edições e reúne centenas de pessoas em Pinhões, povoado com mais de 300 anos de história na Grande BH

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Cortejo do congado de Nossa Senhora do Rosário em Pinhões, Santa Luzia

Cortejo do congado de Nossa Senhora do Rosário em Pinhões, Santa Luzia. Foto: Reprodução/Estado de Minas

O Quilombo de Pinhões, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, celebra a 117ª Festa de Nossa Senhora do Rosário até esta segunda-feira (12). O povoado, que fica a 15 quilômetros do centro da cidade, tem mais de 300 anos de história e foi reconhecido como quilombo em março de 2017 pela Fundação Cultural Palmares, segundo o Estado de Minas.

Centenas de moradores e visitantes participam das celebrações, que acontecem na Paróquia Bom Jesus de Nossa Senhora Aparecida. A programação começou neste domingo (11) com café da manhã na casa da rainha Maria Antônia Diniz dos Santos, de 69 anos, seguido de cortejo com o rei Eudes Diniz Santos, seu filho de 44 anos. Mais de 200 homens formam o congado.

Entenda em 1 minutoA festa de Nossa Senhora do Rosário

117ª ediçãoNúmero de vezes que a festa já foi realizada em Pinhões
Mais de 300Anos de história do Quilombo de Pinhões em Santa Luzia
200 homensParticipam do congado de Nossa Senhora do Rosário
2 mil kgDe frango serão servidos no almoço gratuito de segunda

Infográfico: Clarim BH, com informações de Estado de Minas

Programação de hoje (domingo, 11)

  • 17h: procissão ao som da Filarmônica do Santíssimo Sacramento de Taquaraçu de Minas
  • 18h: missa de encerramento com o padre Fernando Fagundes

Programação de segunda (12)

  • 9h: missa
  • 11h30: almoço gratuito para os presentes, com dois mil quilos de frango doados
  • Depois do almoço: visita do congado aos reis e rainhas das festas anteriores

História do quilombo

Pinhões surgiu em 1708 com pessoas escravizadas que trabalharam na construção do Mosteiro de Macaúbas, a 5 quilômetros de distância. Depois, ficaram morando no local entre as antigas áreas de Macaúbas e Bicas, segundo o Estado de Minas. O “mestre” Guerino Pereira, que lidera a guarda do Rosário, disse que a tradição se mantém viva. “Enquanto houver uma criança aqui, o congado continua”, afirmou.

Com informações do Estado de Minas.

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